Leonardo Marinho – Guitarrista do Cabruêra (Festival Mundo 2010)

 

Apresentação da Caburêra no Festival Mundo 2010 - Leo Nascimento (primeiro plano, direita)

Minutos após a apresentação da Banda Cabruêra, no Festival Mundo 2010, o guitarrista Leo Nascimento separou um tempinho para conversar com uma colega de turma do curso de jornalismo. Isso mesmo, a autora deste blog já estudou cinco períodos  com Leo Nascimento, antes que ele abandonasse o curso e se dedicasse à música. Decisão que me pareceu bem acertada, afinal a Cabruê e o Burro Morto estão cada vez mais ganhando o mundo e elevando o nome da música popular da terra. Quer saber mais um pouquinho sobre este músico?  É só conferir!

 

Deu Post: O que você gosta de escutar e que influencia seu trabalho?

Leo Marinho: Escuto muito Jazz, Rock anos 60 e 70. Escuto outras coisas também, mas estes estilos são os que escuto mais.

Deu Post: Como você lida com o nervosismo antes de entrar no palco? Se é que ele existe!

Leo Marinho: Que existe nervosismo existe. Mas minha maior neura é com o som, antes e durante o show. Quando eu passo o som e está tudo bem, o nervosismo acaba. Durante o show também fico ligado se tudo está bem, checo o retorno. Só isso me preocupa.

Deu Post: Você faz parte de bandas paraibanas que ganharam projeção nacional e internacional, o Burro Morto e a Cabruêra, com agendas de shows bastante apertadas. Como você faz para conciliar as apresentações?

Leo Marinho: A agenda de compromissos da Cabruêra é bem mais apertada e normalmente os produtores agendam os shows com meses de antecedência. Mas já teve vezes que toquei uma noite na Cabruêra, viajei logo em seguida pra tocar no Burro Morto e depois voltei para tocar novamente com a Cabruêra. Normalmente dá certo. Às vezes toco com Totonho também quando ele vem para a Paraíba e não traz a banda dele. Se organizando dá pra fazer tudo.

Deu Post: Com uma agenda dessas, quando tem uma folguinha, o que você costuma fazer?

Leo Marinho: Tocar mais [risos]. Brincadeira. Além de tocar e estudar quando estou em casa, também tenho uma filhinha, a Sofia, e gosto de ficar com ela.

Deu Post: A Cabruêra está aí com 10 anos de estrada, tendo participado de vários festivais importantes no Brasil e na Europa, se apresentando para plateias com diferentes culturas, idiomas e preferências. Mas como é tocar na Paraíba?

Leo Marinho: Tocar na Paraíba sempre é bom. Tem aquele público cativo que acompanha a banda nas apresentações por aqui, canta as músicas, participa dos shows. É sempre gratificante.

Deu Post: Falando em Paraíba, quais suas bandas preferidas no cenário musical da terra?

Leo Marinho: Ah, tem várias … [depois de pensar um pouquinho]. Gosto muito do Chico Corrêa. Escuto Dalva Suada também, que é um rock mais pesado… (fazendo movimentos com a mão simulando tocar uma guitarra imaginária). São bandas boas.

Deu Post: Teve algum show pra você que realmente ficou gravado, que marcou as apresentações do Cabruêra?

Leo Marinho: Teve sim. A apresentação da Cabruêra no Ponto de Cem Réis este ano, onde gravamos o DVD “Cabruêra 10 anos” e lançamos o CD “Visagem”.

Deu Post: Já agradecendo sua disponibilidade, quero terminar aqui perguntando o que é a Cabruêra pra você?

Leo Marinho: [depois de pensar e sorrir timidamente por alguns segundos] Estou na Cabruêra há três anos…o que a banda é pra mim? É uma irmandade. O projeto está coeso, tudo flui muito bem.

 

Foto: Samara Souza

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