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A Retomada na cobertura do Festival Mundo 2010

15 nov

Após meses em hibernação, eis que o Deu Post ressurge em grande estilo. Se a proposta do blog é dialogar com cultura sob o olhar de uma jornalista no mínimo curiosa sobre o tema, não tinha lugar melhor para recomeçar do que o Festival Mundo 2010.

Além da própria intenção do evento que é reunir e servir de vitrine para as bandas do cenário alternativo da Paraíba e do Brasil, o que já é fascinante, existe a mágica de cobrir cultura que se configura uma tendência e uma vontade inicial deste despretensioso blog.

O evento em si proporciona uma ótima estrutura para facilitar qualquer cobertura jornalística, seja para site, blogs, jornais e até para televisão disponibilizando sala de imprensa, assessores competentes e organizados. Não deixa a desejar a nenhum outro festival. Mais um indício de que o Coletivo Mundo está se profissionalizando cada vez mais. E essa não é uma opinião só minha. Nas coletivas de imprensa que as bandas concediam aos jornalistas e blogueiros, o comentário era o mesmo.

Foto de ensaio da Varadouro Groove para o Festival

O Festival em si, para quem curte o cenário alternativo e fora do eixo, tudo é mágico. E para quem não curte também. Era só observar a diversidade de público presente. A abertura do evento trouxe a Varadouro Groove Orchestra, com 10 bateristas, que se juntaram com o único propósito de ensaiar para a ocasião. Mas o sucesso e a inovação foi tamanha que o projeto meteórico parece que vai ter vida longa. Em breve post sobre a Varadouro Groove Orchestra aqui no Deu Post.

Fora os shows com uma programação para agradar de pessoas metaleiras àquelas que curtem música instrumental, também vale a pena conferir a Exposição Coletiva de Artes V, além das projeções de vídeos do Tintin Mostra Mundo,  que unem imagem, apresentação de bandas e discotecagem ao vivo.

Realizado pelo Coletivo Mundo – que faz parte do Circuito Fora do Eixo – o Festival Mundo 2010, que está acontecendo entre os dias 13 e 15 de novembro, na Usina Cultural Energisa vai queimar a língua de muito paraibano despeitado com sua própria terra. Chegando a sua sexta edição, cada vez mais ganha espaço no imaginário coletivo da Capital. Além de estar fazendo jus à proposta de fomentar um mercado cultural independente local e criar espaços para consumo e circulação desta produção.

Festival Mundo 2010, Deu Post!